23 de março de 2009

Sobre plágios e blogs

Sem dúvidas, quase todos os blogueiros sentem-se orgulhosos ao verem seus trabalhos em outros blogs. O que não se admite é a publicação indevida; ou seja, sem a prévia autorização do autor e, o que é pior, sem citar seu nome e endereço (URL).

Geralmente, os blogueiros sérios e éticos (a redundância é necessária) são muito unidos nessa questão. Eles perguntam ao autor se é permitida a publicação dos posts dele em outros blogs. Muitas vezes, ele autoriza com as recomendações de sempre: dá os devidos créditos. Em outras situações, ele nega a permissão, porque também é um direito que lhe assiste.

Algumas pessoas chegam a afirmar: “Se escritores renomados e premiados têm suas obras plagiadas, quanto mais nós, simples blogueiros”. Com isso, tais pessoas estão querendo dizer que quando um trabalho da blogosfera é vítima de plágio é porque está recebendo o troféu do sucesso.

Ora, pergunte a qualquer pessoa que trabalha com criação se ela sente orgulho com a notícia de que sua obra foi plagiada. O que se manifesta é o sentimento de indignação, pois até chegar ao produto final o escritor, escultor, pintor (ou qualquer outro artista) trabalharam arduamente, despendendo horas diárias, às vezes perdendo noites e abdicando de outras tarefas. É algo que também se aplica à blogosfera, independentemente se o blog tem domínio próprio ou gratuito. Isso porque, apesar de desenvolver sua atividade com prazer, o blogueiro honesto e competente labora bastante para conseguir oferecer um excelente serviço aos seus leitores.

Mas não devemos nos esquecer daquele blogueiro sem pretensões de reconhecimento. Mesmo que seu texto contenha apenas o título e uma pequena frase, ele foi o autor do trabalho. Então, sua criação também está sob proteção legal e é digna de respeito. Cabe apenas a ele utilizar o texto da maneira que lhe convier.

Diante de tudo o que foi dito, surge o questionamento: Por qual razão existem administradores de blogs que surrupiam posts na blogosfera? Justamente porque esses blogueiros são adeptos da lei do menor esforço. O único trabalho deles é copiar e colar; ou seja, veem um texto que está fazendo sucesso na internet, publicam em seus blogs e assinam como se eles fossem os autores.

São indivíduos que, geralmente, não têm habilidade nenhuma para produzir um simples texto. Mas ainda assim, insistem em ter um blog, apenas como vitrine de anúncios e/ou enganar todo mundo, afirmando que sabem escrever. Em outras palavras, ganham às nossas custas de todas as formas.

Devido à falta de inteligência, esses falsários – além de reproduzirem posts na íntegra – fazem cópias emendadas e, consequentemente, grosseiras. De cada blog recortam um trecho de texto e fazem uma colcha de retalhos sem uniformidade. E quando escrevem as próprias palavras para ligar os parágrafos saqueados, os erros ortográficos e de concordância são evidentes. Qualquer pessoa percebe que ali é resultado de montagem. Mas os plagiadores nem param para pensar nisso. Aliás, é justamente por não saberem pensar, que eles roubam os trabalhos dos outros.

A burrice desses blogueiros farsantes os leva a achar que a internet é uma terra de ninguém e que, por isso, jamais serão descobertos e devidamente punidos. No entanto, eles sabem que os trabalhos publicados nos blogs foram produzidos por alguém. Esse alguém é definido como autor. O autor é protegido por lei específica: a de nº 9.610/98 , conhecida como Lei de Direitos Autorais. É ela que será aplicada para processar os usurpadores e para exigir que eles indenizem suas vítimas. Mas não para por aí. Eles também serão enquadrados na Lei. 10.695 do Código Penal, que determina pena de três meses a quatro anos de detenção para quem comete esse tipo de crime.

Entretanto, plagiador, tudo isso pode ser evitado. Basta que você deixe de cometer este crime e saia da blogosfera. Isso mesmo. Porque se você não tem capacidade intelectual para criar e manter um blog, aqui não é o seu lugar. Mas esforce-se e use esse pouquinho de inteligência que você tem: reflita até encontrar – fora da internet – uma forma de você se expressar para o mundo sem precisar mentir nem se apropriar do que não é seu. Daí você poderia impressionar os outros e até ganhar um dinheirinho sem correr o risco de ser processado e preso a qualquer momento. (Texto de Valdeir Almeida)

Divulgue esta ideia; insira um destes banners em seu blog:















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Prêmio Dardos em Dose Dupla


O meu blog recebeu o respeitado Prêmio Dardos:



Rômulo é um escritor que domina todos os gêneros textuais. Escreve muito bem tanto em versos como em prosa. Seus textos provocam nossa reflexão de uma forma natural.


E da Elaine, (Professora Elaine).
Seu blog trata de aspectos literários e de reflexões sobre sociedade e cultura.



O premiado deverá seguir essas instruções:

1)Deve exibir a imagem em seu blog;

2)Deve linkar o blog pelo qual você recebeu a indicação;

3)Escolher outros 10 blogs a quem entregar o Prêmio Dardos,

4)Avisar os escolhidos.

Então, repasso o Prêmio dados para os seguintes amigos:


Valdemir Reis Cantinho de Luz e Paz



Minha Literatura Agora



J. Neto Sakuxeio



Palavras de Osho



Lucas Soares Espera em Deus



Nina Crônicas de uma menina feliz



Bia Gonçalves Recicle Vidas



Éverton Vidal Re-Novidades



Carla Fabiane Brilho da Vida



Ellen EELLEENN


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22 de março de 2009

Meu blog é laureado com dois selos












O blog Ponderantes recebeu da Cristiane Marino os selos Blog Dorado e CONECTOU. O blog da Cristiane tem pouco tempo de estrada e digo, sem medo de errar, que é um dos campeões de acessos e comentários. Cristiane, muito obrigado!



As regras para o Blog Dorado são as seguintes:



1- Exibir a imagem do selo;

2-Postar o link do blog de quem te mandou;

3- Escolher 10 blogs e distribuir o selo;

4- Avisar seus escolhidos.


Aqui estão meus escolhidos:


Blog do Catarino
Papocicuta
Página de Cultura
Espaço Blogger
Fio de Ariadne
Franquia Pessoal
Mó legal...Mesmo!!!
Um pouco de tudo
(Inter)dito
Poeta Silvério Duque


Já para o selo CONECTOU parece que a única regra é repassar para 4 blogs.
Repasso para:

Abrazar La Vida
Bilhetes e Afins
Caixa do Júnior
Conceição Duarte

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18 de março de 2009

Portabilidade: troque de namorado e continue com o mesmo número

Finalmente, já está em vigor a portabilidade. Antes a história era assim: sua linha telefônica dava algum problema. Você ligava para a operadora, que lhe passava de ramal em ramal (quanto a isso, não se iluda, nada mudou). Após três horas, 27 minutos e 38 segundos, você conseguia falar com uma atendente não-virtual. Dizia para ela poucas e boas e finalizava sua bronca afirmando que iria sair daquela “operadoida”, caso aquele péssimo serviço continuasse.

Entretanto, mais calmo, você pensava: “Se eu mudar da “Boi” para “Fim”, o número será outro. Vixe! Vou ter que dar o novo número pra Sandrinha, pro pessoal da Faculdade, pra companhia de gás, pro gerente do banco, pro meu médico, pra galera da academia...”. Desisto, vou ficar nessa porcaria mesmo.

Há pessoas que agem mais ou menos assim nos relacionamentos. João namora Maria e a ama muito, mas há coisas nela que ele detesta. Então, decide romper o relacionamento e ficar com Zezé. João se sente feliz, porque sua nova namorada não tem aquelas manias irritantes que a “équis” tinha. Contudo, paulatinamente, o rapaz vai observando que Zezé possui defeitos que Maria não possuía. O que ele faz: aplica a “portabilidade”. Sugere que Zezé aja da mesma forma que Maria. A garota, mesmo não sabendo que João está a “portabilizando”, se ofende, afirmando que ela é daquele jeito, gosta de ser assim e jamais irá mudar.

Depois disso, João vai lembrando com saudade dos defeitos da antiga namorada, para quem decide retornar. Como Maria é apaixonada por ele e também se arrependeu de ter aplicado a “portabilidade” no cara com quem estava saindo, concorda em reatar o namoro com João.

João e Maria são exemplos de casais que querem que seus parceiros tenham praticamente a mesma personalidade de seus ex-namorados (há o extremo de exigir que a companheira seja como a mãe dele: caso clássico de complexo de Édipo)

Todos nós temos alguma característica de personalidade que é classificada como defeito. Portanto, devemos aceitar as outras pessoas da forma como são; assim como exigimos que nos respeitem. Caso contrário, passaremos a vida inteira tentando “portabilizar” cônjuges, pais, amigos. Ou seja, querendo que eles sejam perfeitos. Tarefa impossível.

Imagem: Stockxpert
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17 de março de 2009

Novos selos e mais um prêmio

Recebi os três selos e o prêmio durante as últimas semanas, mas só agora pude colocá-los em dia, pois selecionar os blogs que merecem ser contemplados não é tarefa fácil. Agradeço à Jô, ao Éverton, ao James e ao Marcelo. Muito obrigado.


Selo “Este blog é uma jóia”


Quem ofereceu foi a Jô, do blog Viraletras.

O selo acompanha alguns passos a serem seguidos:1) Escrever uma lista com oito coisas que sonhamos fazer antes de morrer;2) Convidar oito parceiras(os) de blogs amigos para também responder;3) Comentar no blog de quem convidou;4) Comentar no blog de nossos(as) convidados(as) para que saibam da convocação.

Tenho uma viiiiiiiiiidaaaaaaaaaaaa inteira pela frente. Por isso, são muitos sonhos a realizar. Tantos que não cabem neste post.

Convido os seguintes amigos:

Ricardo
Marise
Ângelo
Ester
Caio
Alice
Joana
Geórgia


Selo “Olha que blog maneiro”


Recebi do meu novo amigo Éverton, do blog Renovidade


Ofereço para:


Maninho
KK Landim


Selo” Este blog me dá energia”



Recebi do Marcelo, do blog Abrazar La Vida

Ofereço a:

D.TAQUINI
Eli
James


“Prêmio Sair das Palavras”



Recebi do James, do blog Minha Literatura Agora

Ofereço para:

Cristiane
All3X
Janaína
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Lançamento do livro de Weslley Moreira de Almeida

“Pétalas, Talos e Espinhos” é o título do livro do poeta feirense Weslley Moreira de Almeida.

O lançamento será no próximo dia 26 de março (quinta-feira), às 20h. Local: Museu de Arte Contemporânea Raimundo de Oliveira, localizado na Rua Germiniano Costa, 225, no Centro de Feira de Santana.

Abaixo segue uma poesia deste escritor que consegue traduzir em palavras as questões humanas mais profundas.

Biográfico

Biografar-se
Historizar-se a despeito das árduas linhas
E do suor que tintura a ponta da caneta

Fazer valer sua fala
Pensar o mundo
Re-existenciar-se

Buscar horizontes maiores
Refletir-se com o outro
E com o outro reinventar o mundo

Ser tutor de si mesmo
Dessistematizar-se
Re-significar o status quo

E ser
Protagonista
No palco da vida
Junto com outros atores principais.




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15 de março de 2009

A força chamada desejo

O desejo é uma força que move o ser para as conquistas, sejam elas pessoais ou aquelas que mudam a história da humanidade. Obviamente, é possível alcançar aquilo que não se deseja, mas apenas quando há a intervenção do acaso.

É também “função” do desejo anestesiar nossa auto-estima e nossas emoções para que não sintamos tanto a dor da queda e da frustração durante a caminhada que nos levará ao lugar almejado.

E a estrada que percorremos rumo às conquistas é iluminada pelo desejo. Ele torna o caminho claro. Faz-nos enxergar nitidamente o alvo, mesmo que a distância seja longa.

A característica do desejo descrita acima pode fazer com ela seja confundida com a fé. Mas elas, embora se complementem, não são forças sinônimas. A fé é a vontade ardente por algo associado à certeza de que o conquistaremos. Já o desejo puro e simples – além de ter o mesmo condão da fé – é responsável pela manutenção da coisa que conquistamos, pois se o desejo se apagar, a perderemos.

Mas a força do desejo não é garantia de que ele permanecerá aceso constantemente. Para ilustrar essa situação humana, irei utilizar como exemplo a história da raposa e o cacho de uvas: A raposa, faminta, viu um cacho de uvas. Mesmo estando com água na boca e seu estômago roncando, o animal desistiu de ir colher as uvas, justificando: “estão verdes” (paráfrase da fábula de Essopo). Na verdade, as uvas estavam maduras, mas também muito altas, o que exigiria esforço da raposa para alcançá-las. Apesar do desejo provocado pela fome, a raposa perdeu a motivação para colher as uvas. Esse exemplo demonstra também que há pessoas que não aproveitam a força existente no desejo para superar obstáculos.

Sem desejo é praticamente impossível obter grandes vitórias. Além disso, se ele não se mantiver, perderemos as coisas que lutamos arduamente para conseguir. Desejo é uma força inigualável, mas há a necessidade de ser contínua.
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13 de março de 2009

SBT e Rede Record: campanha social ou institucional?


O SBT e a Rede Record estão veiculando campanhas próprias de combate à crise econômica. Direcionadas aos brasileiros – que infelizmente já foram afetados pela turbulência financeira – as mensagens incentivam o enfrentamento das dificuldades com otimismo e determinação.

Na emissora de Sílvio Santos, o artifício utilizado é a seguinte frase de Albert Einstein: “Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de
uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la”. A mensagem vai passeando na tela enquanto é narrada pelo locutor oficial do SBT.

O fato de a frase ter sido criada por Albert Einstein imprime autoridade à mensagem que está sendo transmitida. Afinal, ele foi o homem que revolucionou a ciência com a sua teoria da relatividade. Seu nome entrou para a história. Foi, portanto, uma pessoa que soube transpor barreiras. Em outros termos, o SBT quer que seus telespectadores pensem: “Einstein foi um vencedor. Um ícone da ciência. Deve ter superado várias dificuldades. Ele venceu. Então eu também tenho possibilidade de vencer”.

Já na Record, quem legitima a autoridade da mensagem que ela apregoa é o presidente da empresa. Apesar disso, sua fala é apenas coadjuvante dentro do grande espetáculo em que a propaganda vai se transformando. A mensagem de otimismo se mistura com o anúncio da nova programação para 2009. A emissora aproveita ainda para mostrar o seu crescimento em audiência, faturamento e contratação de novos funcionários. Tudo isso aliado a alguns efeitos visuais e sonoros.

Ao promoverem suas campanhas anti-crise, a Record e o SBT não estão simplesmente cumprindo seu papel social. O interesse principal é evitar a queda em seus faturamentos, que pode ocorrer como resultado final de um efeito dominó: se o telespectador que é, sobretudo, consumidor ficar receoso de ir às compras, as empresas (indústria, comércio e serviço) não terão a quem vender. Consequentemente tais empresas não continuarão a pagar os altos valores pela publicidade na televisão. Esta, por sua vez, sentirá a crise “na própria carne”.


Imagem: Stock.XCHNG
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12 de março de 2009

De volta pro meu aconchego

O título deste texto é parte da letra de uma música. Lembra dela? Pois é. Ela é a trilha sonora do meu retorno.

Realmente, estou de volta ao meu aconchego, ao meu blog. Quem se torna blogueiro, dificilmente deixará de ser. Mesmo quem por razões muito fortes sai da blogosfera, jamais será um ex-blogueiro. Isso porque a saudade dos “bons tempos” irá persegui-lo até o seu último sopro de vida, de tal forma que, a qualquer oportunidade, ele voltará a blogar.

Mas a razão de o Ponderantes ter ficado fora do ar não foi a falta de tempo deste rapaz que “vos” escreve. O motivo foram alguns problemas de configuração do blog, que agora, graças a Deus, já foram solucionados.

Enquanto o Ponderantes esteve ausente, criei um outro blog para não ficar de fora de duas grandes datas: “O Dia Internacional da Mulher” (8 de março) e a blogagem coletiva “Inclusão Social” (9 de março), promovida por Esther.

Inicialmente, como visto, o Sobrelinhando (nome do novo blog) serviu como um jogador-reserva de futebol que entrou em campo na metade do jogo. Mas, como esse reserva teve uma boa atuação e um certo sucesso já em seus primeiros dias, irei mantê-lo na partida como titular, ao lado do outro jogador oficial.

É isso mesmo, irei trabalhar com os dois blogs. Isso porque no Sobrelinhando conheci pessoas do mesmo nível de inteligência, de gentileza e de amizade que encontrei no Ponderantes. Se, por acaso, eu deletasse o “reserva”, iria decepcionar as pessoas que acreditaram em mim. Além disso, tenho uma proposta diferenciada para o Sobrelinhando.

Aproveito a oportunidade para pedir desculpas aos meus amigos-parceiros e aos leitores “casuais” pela ausência já justificada. Foi uma semana quilométrica. O melhor da viagem, porém, é a volta para casa, porque, como diz a música, “trazemos na mala bastante saudade”. E a saudade, quando reencontra aquilo que lhe fazia tanta falta, produz um relacionamento muito melhor do que o anterior. É isso que, com certeza, irá acontecer com o blog Ponderantes.

E, para finalizar, espero que vocês continuem com a mesma interação e amizade que mantinham antes comigo.


A canção a qual me referi é “De volta pro meu aconchego”. A música e a letra são de Dominguinhos e Nando Cordel. A interpretação (todos sabem) é de Elba Ramalho.

Imagem: Stock.XCHNG

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11 de março de 2009

“O Filme da minha vida” – Blogagem Coletiva

Vem por aí mais uma grande blogagem coletiva. Desta vez o tema será “O Filme da Minha Vida”. Quem está promovendo é Vanessa, do Fio de Ariadne. Foi ela quem criou a mega-coletiva “O Livro da Minha Vida”. E, com certeza, a próxima também será sucesso, pois todas as pessoas têm pelo menos um filme marcante, inesquecível.

A coletiva acontecerá nos dias 29 e 30 de abril.

Para participar, acesse o blog Fio de Ariadne e siga as instruções:

Se você quiser participar:
1. Deixe seu nome e blog na caixa de comentários do post referente à blogagem até o dia 27 de abril;
2. leve um dos selos da coletiva ;
3. Faça um post sobre o evento no seu blog, contendo este passo-a-passo e divulgue o selo;
4. Prepare na data marcada um post falando sobre o filme , sobre a experiência de assistí-lo, o que marcou, o que quiser falar sobre ele. Trata-se do seu filme preferido e, e claro, você é quem manda.
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1 de março de 2009

O poder da releitura


Um cheiro e um gosto podem fazer velhas lembranças virem à tona. Do mesmo modo, a releitura de um livro tem a capacidade de revelar momentos marcantes.

Após participar da Blogagem Coletiva O Livro da Minha Vida, não resisti e reli “A Montanha Encantada”. Adquiri esta obra há pouco mais de 20 anos, quando eu ainda era criança; mas agora percebo que ela ainda está presente em minha vida.

Durante a releitura, foram ressurgindo alguns momentos e emoções vividos no mesmo período da primeira leitura. Não se trata apenas de sentir o que a história provocou em mim na época, mas também de algumas situações que protagonizei enquanto a acompanhava.

Por exemplo, houve vezes em que meus amigos me chamavam para brincar justamente quando eu estava começando a ler o desfecho de um capítulo. Em outros momentos, a leitura ocorria num ambiente em que as pessoas conversavam. Tanto as cobranças dos amigos como algumas dessas conversas foram rememoradas quando reli o livro.

Eis aí mais uma função da leitura. Ela descortina o mundo diante de nós, mas é capaz também de “ressuscitar” aquilo que nosso mundo foi no passado.



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