20 de setembro de 2011

Mistério no Banco


Dona Isolda estava entediada na fila do banco. De repente, ouviu um som estranho e irritante. Olhou para os lados, não encontrou a fonte visual do barulho.


O medo começou a tomar conta daquela robusta senhora. Ela chegou a pensar que o barulho era o guinchado escandaloso de um rato, mas descartou a possibilidade. Afinal, o chão estava asseado demais para atrair roedores.

Em seguida, Dona Isolda teve a impressão de ter visto um homem entrar portando uma arma. Mas quando notou que era apenas um cliente segurando o celular, já estava zonza: desmaiou com o corpanzil para trás. Caiu sobre uma garotinha que comia maçã. (Texto de Valdeir Almeida)

Imagem: stock.xchng

12 comentários

Élys 19 de setembro de 2011 15:10  

A pessoa que é facilmente impressionável, sente medo com facilidade e o medo faz a imaginação ficar criativa de forma negativa, provocando problemas à pessoa.
Amigo Valdeir
Um grande abraço e uma boa semana.

mfc 19 de setembro de 2011 15:15  

Sempre surpreendente...!

Mary Miranda 19 de setembro de 2011 17:11  

hahaha Meu amigo Valdeir!

Tive que rir embora a situação pareça bem dramática.
Mas é incrível que sempre esperamos o pior das situações!
Um radar de alerta vive "buzinando" dentro de nós, tendo qualquer estímulo exterior para destravá-lo.
Motivo de preocupação mesmo foi essa senhora, de corpo avantajado, caindo sobre a menininha.
E a pobrezinha estava mantendo seu corpo saudável, digerindo uma maçã!... (É "castigo" criança comer vegetais! Deveria se entupir de biscoitinho com gordura trans!... rsrsrs)

Amei, querido!
Você é ótimo com esses contos de final surpreendente!


Beijos,
Mary:)

19 de setembro de 2011 18:33  

O medo sempre rondando nossas vidas nos últimos anos, w quem não o tem hoje em dia.
Quando fico em casa sozinha, ou quando pego um elevador, ou tenho que enfrentar um banco como dona Isolda, confesso o medo me ronda também, não gosto nem mais de ir ao médico sozinha, sabe-se lá o que é que se passa na cabecinha dos seres humanos!!!
Você sempre me encanta meu querido e sempre amigo. esquecer de ti jamis!
Beijos muitos!

Crista 20 de setembro de 2011 23:45  

Adivinha quem sou eu?????
Sou "moça" de cachinhos loiros dourados...olhos azuis como a cor do céu...lábios da cor do pecado...peitinhos ff(firmes e fartos)...bundinha dura e substanciosa...cinturinha de pilão...voz macia como o veludo...boa de cama,mesa e banho...só ando de saltinhos cobertos de pedrinhas de brilhantes...para cobrir minha nudez,vestidinho de seda,estampado com flores do campo,rodado,para o vento brincar de levantar a saia...\o/uhuuuuu\o/...uma gotinha do perfume mais gostoso do mundo...
Para,né?
Eu não acredito que já te apaixonastes por mim...e olha que tu ainda não me vistes!!!!!
Te dou até amanhã para descobrires qual é a música que quando eu canto,todos ficam perdidamente fascinados por mim!!!!
Beijos...com meus lábios pintados com meu batonzinho Boka Loka...para te marcar...para todo mundo saber que eu te beijei...heheheheeeeeee...

PS.: Claro que eu sei que tu me achas a pessoa mais modesta e tímida desse mundo...é que eu não gosto de falar de mim...ksksksksksks...
OoooOOOoooo...será que deu para perceber que estou voltando????

Esplendor da Criação 21 de setembro de 2011 19:28  

O medo faz ver coisas onde nada existe, assim como a dona Isolda, a iamginação negativa, mas a imaginação criativa do escritor, faz brotar a vida de um conto nas pequenas tarefas do dia a dia, até na fila do banco,rsrrs,adorei o final. Bjs.

LILIANE 22 de setembro de 2011 14:40  

ai Valdeir, coitada da menina....
aff...
mas o pior de tudo é que o medo e a insegurança nos faz sentir e ver coisas que não existem, né.
rs...
espero de verdade que a D.Isolda não tenha se machucado e que depois disso, arrume alternativas para viver mais tranquila.
beijinho Valdeir

♫ ♪ Wilson Miguel ♫ ♪ 23 de setembro de 2011 00:46  

Amigo Valdeir,

Gostei do mistério no ar...rsrs Mas fiquei com pena da garotinha

Um dos maiores inimigos do ser humano é o medo mas poucos têm a consciência disso e suas vidas e das pessoas que vivem ao seu redor se tornam um verdadeiro tormento. É preciso ser vigilante...

Um grande abraço, meu abrigo e desejo que a paz permaneça em seu coração

Deus seja contigo

Artes e escritas 23 de setembro de 2011 09:47  

Mas é proibido usar celular dentro das agências bancárias, realmente uma pena. Um abraço, Yayá.

Dan 23 de setembro de 2011 19:23  

Que espaço maravilho o teu!
Lhe seguindo também!
Grato pela visita, e por seguir meu espaço.

Grande abraço!

Dan.

Anônimo 23 de setembro de 2011 22:10  

Valdeir
Eu adorei o texto pois quase desmaiei também. Pensei que era um assalto.
Voce me deixou fascinada. Pode escrever um mais longo que eu leio todinho.

Estive ausente porque estava no interior de Minas Gerais
Com carinho Monica

Crista 24 de setembro de 2011 12:02  

Pensa o que ela faria se tivesse uma arma...não desmaiaria com certeza...
Nem quero pensar no estrago que faria!!!!!
Beijo tu...

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