29 de novembro de 2009

Batalha Sangrenta


Aproveitando a trégua do exército inimigo, o soldado ajoelhou-se. Fez uma oração para que não fosse mais derramado sangue na próxima batalha.

Após levantar-se, o soldado sentiu-se aliviado como se a oração lhe tivesse tirado um fardo. Mas uma mosca passou a lhe incomodar, voando ao redor dele e emitindo um incômodo zumbido.

Num ato rápido, o soldado matou a mosca com um bater de palma. O sangue do inseto morto manchou a mão daquele guerreiro.
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27 de novembro de 2009

Ponderantes com domínio próprio


Após um ano e meio de blog, resolvi mudá-lo para domínio próprio. Ou seja, a partir de agora, o endereço do Ponderantes é www.ponderantes.com.br.

Por isso, peço aos parceiros que têm o Ponderantes linkado em seus blogs que coloquem o endereço atualizado. E àqueles, cuja parceria é através dos banners informo que minha caixinha de link-me já está com o novo endereço. Portanto, basta copiar o código abaixo da caixinha e inserir em seus blogs.

Quem me acompanha através do “Google Friend Connect” (Seguidores) e/ou do “Bloglist” não precisam fazer tais procedimentos.

Abraços a todos e um excelente final de semana.


P.S: Com a mudança, meu PageRank caiu, mas isso é algo normal numa mudança de domínio. O PageRank é recuperado depois.

Imagem: Stock photo
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21 de novembro de 2009

Seu nome é Jade


Sou bom fisionomista, mas tenho imensa dificuldade para memorizar nomes. Caso eu converse com alguém apenas uma vez, seu rosto estará em minha memória por muitos anos. Mas não digo o mesmo em relação ao nome. É por isso que tenho o mau costume de chamar José de Adolfo, Maria de Bruna.


Na livraria onde compro meus livros, sempre fui atendido cordialmente. Apesar disso, não conseguia gravar o nome de uma das funcionárias. Certa vez, após meses em que ela pronunciava meu nome sem titubear e eu forçava a mente para tentar lembrar o dela, perguntei como ela se chamava.

– Jade! – ela respondeu.

Duas semanas depois, voltei lá para adquirir um novo livro. Jade, como sempre, me recebeu gentilmente:

– Boa tarde, Valdeir, como vai?

Eu respondi “tudo bem”, mas muito envergonhado, porque havia esquecido o nome dela. Diante do constrangimento, expliquei-lhe minha dificuldade “nomística”, e lhe pedi que dissesse novamente como se chamava. Ela respondeu, sorrindo:

– Jade!

Uma palavra dissílaba, constituída de duas vogais e duas consoantes. Simples assim! Eu poderia memorizar. Já se tornava uma questão de honra. Eu tinha que me esforçar:

– Eu já sei como fazer para não esquecer – eu disse – Você tem o mesmo nome de uma personagem que Giovanna Antonelli interpretou em “O Clone”. Pronto. A partir de agora, sempre vou lembrar. Pode estar certa disso.

Minha estratégia funcionou. Agora, todas as vezes em que vou à livraria, e vejo que serei atendido pela simpática Jade, inicio mentalmente o processo de checagem do seu nome: “O Clone”, Giovanna Antonelli, Jade. Pronto: o nome dela é Jade: “Oi, Jade, tudo bem?”



Em tempo: Já que eu falei em simpatia, não posso deixar de registrar a forma igualmente gentil como Lete – da mesma livraria – me atende. Interessante é que memorizei o nome dela desde o princípio. Mas há uma explicação para isso: conheço algumas pessoas chamadas Lete.



Imagem: Stock photo
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10 de novembro de 2009

Professor e Aluno: transferência


Após a aula, o professor está saindo da sala, quando um aluno o chama:

− Professor, espere, eu não pedi sua bênção hoje.
− Deus te abençoe, Lucas... Você não se importa com seus colegas pegando no seu pé, quando me pede a bênção?

− Não ligo, não. Eu acho que eles queriam fazer o mesmo, mas ficam com vergonha. Eu sou corajoso.
− Convencido!!!
− O senhor é um cara muito legal.
− Obrigado, Lucas. Mas vocês são ótimos alunos. Fico satisfeito em dar aula nessa turma, que tem alunos tão dedicados, como você. Mas não vá se achando o tal só porque te elogiei...
− Oxe, professor, não relaxo com o senhor. Sua aula é a que eu mais gosto... Professor, amanhã é meu aniversário. Vou fazer catorze anos.
− Eu sei. Você está me lembrando disso há duas semanas. Vou te dar os parabéns amanhã. Senão perde a graça... Vai ter bolo?
− Minha mãe quer fazer uma festinha e convidar meus amigos.
− E seu pai?
− Meu pai o quê?
− Ele está animado para sua festa amanhã?
− Eu não tenho pai.
− Héin?!
− Ele morreu.
− Você fala “morreu” com tanta raiva! Nunca vi ninguém informar a morte de alguém querido do jeito que você falou... Lucas... Lucas, olha pra mim; seu pai morreu mesmo?
− Morreu não, mas é como se tivesse morrido. Ele mora em uma cidade aqui perto, mas só veio me ver uma vez, desde que eu nasci.
− Que coisa, Lucas...
− Eu queria ter um pai de verdade. Um pai assim, como o senhor.


Essa é uma história real. O nome “Lucas” é fictício para preservar a verdadeira identidade do aluno. (Texto de Valdeir Almeida)


Imagem: Stock photo

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5 de novembro de 2009

O primeiro pedaço do bolo

Téo chegou em casa suado e cansado depois do cooper. Ao adentrar a sala, deparou-se com seus familiares e amigos cantando parabéns para ele. Era uma festinha surpresa para comemorar o aniversário do rapaz.

Após os cumprimentos, os convidados pediram ao aniversariante que partisse o bolo. E que desse o primeiro pedaço a alguém muito especial, como reza a tradição.

Téo cortou um generoso pedaço de bolo, colocou no prato e deu ao seu cachorro.

Imagem: Stock photo
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2 de novembro de 2009

Eu no “Sakuxeio” e na “Turma do Amigão”

Recentemente fui convidado a estar em dois blogs para falar sobre o que eu quisesse.

O primeiro foi o Sakuxeio. Este blog, do amigo Jefferson Neto, trata predominantemente de política. Por isso, falei sobre o mandato de Odete Roitman no Congresso Nacional. O que essa mulher aprontou no plenário não está no gibi. Enfrentou todo mundo. E ela não tem papas na língua, fala o que vem na cabeça. Políticos colloridos entraram em pânico. Nem os bigodes afiados se salvaram. Duvidam? Então vão lá no Sakuxeio e confiram.

O outro blog foi o da Turma do Amigão, do também amigo Ayrton. É um espaço bem-humorado, que tem o sofá mais conhecido da blogosfera. Esse sofá, aliás, é comparado ao de Jô Soares e de Hebe Camargo. Mas, para mim, o sofá do Amigão é incomparável. Lá fiquei bem à vontade conversando com ele, enquanto tomávamos café. Até caricatura minha ele fez, e ficou perfeita.

Visitem os dois blogs e vejam como sou eu quando não estou em casa, ou melhor, quando não estou aqui, no Ponderantes.
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