20 de julho de 2009

Dia da Amizade em poucas palavras


Há exatamente uma semana, produzi uma crônica para postar hoje, no Dia Internacional da Amizade. O texto chegou a passar várias vezes pelo crivo de minhas revisões.

Entretanto, embora a crônica versasse sobre amizade, não parecia ter relação com a data que comemoramos hoje: eram muitas e desnecessárias palavras para falar de algo tão simples e singelo (e, por isso mesmo, quase complexo).

Portanto, as únicas palavras que quero tecer hoje são: FELIZ DIA DA AMIZADE a todos, em especial aos meus amigos (pessoais e virtuais).

Abraços.


Imagem: Stock photo
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17 de julho de 2009

Gripe H1N1: os números olímpicos da pandemia


Atualmente, a pauta predominante nos telejornais é a gripe H1N1. Neles, os números de contaminados são atualizados minuto a minuto.

Imagine alguém, vindo de outro planeta, chegando aqui neste momento. Ao assistir a números tão faraônicos e velozes (envolvendo todos os países) acreditaria que a Terra estivesse no período olímpico.

As comparações são inevitáveis. Os Estados Unidos, que em Olimpíadas quase sempre estiveram no topo da lista de medalhas de ouro, agora também encabeçam a classificação da gripe H1N1. A grande surpresa é a Argentina (rival histórica do Brasil) que está em segundo lugar. Nosso País (como sempre – e agora eu digo, graças a Deus) não está entre os primeiros lugares.

Ao contrário das Olimpíadas, o empenho em relação à pandemia é que o número de infectados decresça. Para tanto, empreendem-se todo o esforço possível. O Brasil, renomado por desenvolver pesquisas que redundam na produção de medicamentos de reconhecimento internacional, também luta para não subir ao pódio.

No entanto, são necessários investimentos a curto prazo não apenas em pesquisas científicas, mas também em infra-estrutura da saúde pública. A epidemia de dengue é um exemplo de que economizar em investimentos adoece a população e os cofres do governo (leia-se nosso bolso), que tem que gastar muito mais em recuperar do que em prevenir doenças.

E quando será o encerramento desta Olimpíada, digo, pandemia? Esperemos que seja em grande estilo: ao contrário de estádios lotados, apresentando atletas (= doentes) empunhando bandeiras, cuidemos para que chegue logo o dia em que nos hospitais não haja mais nenhum contaminado com a gripe H1N1. E o injustiçado mascote da pandemia, o porco, ficará feliz.


Atualização em 19/01/2010:

Desde abril do ano passado (2009) até ontem (18/01/2010) foram registradas quase 14 mil mortes em mais de 200 países, em decorrência da Gripe H1N1. Mas, conforme o Portal G1, somente depois que a pandemia terminar (daqui a dois anos aproximadamente) é que será possível estabelecer o número exato.



Imagem: Stockxpert
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16 de julho de 2009

Um Tributo aos Cães

Eu disse para meu interlocutor ao telefone: “Pois é! Jamais imaginei que aquele nosso colega fosse fazer algo tão vil contra mim. Ele é um cachorro”.

Naquele momento, meu dog alemão levantou as orelhas bruscamente e inclinou a cabeça para mim. Tive a impressão de que ele entendeu o que eu acabara de falar. Diante daquela cena, fui acometido por um intenso remorso. Mal me despedindo do meu amigo, desliguei o telefone e passei a refletir sobre aquela situação.

Os cães não costumam agir falsamente. Quando não gostam de alguém, respondem imediatamente com rosnadas, rangidos de dentes, mordidas. Se sentem afeição, fazem o que for possível para manifestar esse sentimento, mesmo que o destinatário do carinho tenha sua roupa manchada com as patas do animal.

O ser humano, por sua vez, carrega na própria essência a característica da traição. Em razão da sua capacidade de pensar, ele pode orquestrar planos funestos contra seu semelhante.

É justamente por isso que somos um dos assuntos mais discutidos nas conversas entre cachorros. Certamente costumam desenvolver explanações sobre nosso comportamento complexo. Não é por outro motivo que quando um cachorro foge à regra da própria espécie, aparece outro para alertá-lo: “Você está parecendo gente, meu amigo. Cuidado! Não traga esse vírus pra cá”.

Aprendi a lição. Não chamarei mais os calhordas de cachorro. E o meu dog alemão, enquanto suja minha calça com suas carinhosas patas, agradece.
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13 de julho de 2009

Procura-se um texto


Tenho o título, mas não tenho o texto. Você tem? E você? Ei, você que está passando, me dá um texto? Ninguém tem um texto? Pode ser qualquer um; o que não quero é que meu título recém-nascido já comece órfão a vida.


Bom dia, dona Moça! Vim aqui colocar um anúncio no seu jornal. O classificado deve ser assim:

“Busco um texto para meu título. Procurar-me na casa s/n, aquela de cinco portas e nenhuma parede. O ponto de referência é um carro sem lataria, sem motor, sem nada, só com pneus. E ao lado do carro tem uma árvore sem troncos, sem galhos, só folhas. Quem me der um texto, será bem gratificado".

Imagem: Stock photo
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12 de julho de 2009

Socorro!!!

Hoje publiquei aqui no blog o texto “Um ato de escrever”. Duas pessoas me avisaram que tentaram inserir um comentário abaixo deste post, mas não conseguiram (embora uma delas, a Du, alcançou tal êxito depois).

Não sei qual a razão deste problema, pois há dois dias que não mexo no meu template (e, reiterando, postei o texto hoje). No meu computador, consigo postar comentários no meu blog normalmente.

O pedido que faço a vocês, meus amigos blogueiros, é que insiram um comentário abaixo deste post que vocês estão lendo. Só mesmo para dizer que conseguiram comentar. Caso não consigam, por favor, me avisem através do formulário de contato que está no menu logo abaixo do cabeçalho.

Ficarei grato pela ajuda de vocês.
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Um ato de escrever

Ontem, a tristeza apareceu sem mandar aviso. Inicialmente, lutei contra ela. Como não consegui vencê-la, juntei-me à inimiga. Passei a explorar cada pedacinho dela, enquanto eu ia registrando minhas descobertas no papel.

A tristeza chegou ao ponto de não mais suportar tanta dor. Por isso, ela quis ir embora, mas não admitindo que estivesse fugindo. Só a deixei sair, quando eu já a havia explorado por completo.

Depois desse episódio, alguém me chamou de masoquista. Me defendi: “Masoquista é a tristeza se ela pretender voltar”. Hoje, porém, afirmo que sou masoquista, sim, mas só quando a torturadora é a alegria.

A alegria pode fazer de mim gato e sapato; não me importo. Também gosto de explorá-la, assim como qualquer sentimento. Quando faço esse tipo de exploração, me sinto ainda mais humano, porque a essência do ser é experimentar sentimentos, embora nem todos os sentimentos nos sejam bem-vindos.
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8 de julho de 2009

Homem de Palavra

Amo a palavra. Com ela eu brinco, falo sério; gosto, não gosto; trabalho, descanso. É por meio da palavra que penso, sinto, vejo, sou visto.
Amo a palavra, porque sou palavra, homem de palavra.


Escrevi o texto acima há aproximadamente três anos, quando eu nem aventava a possibilidade de ter um blog.

Ali eu expressava algo da minha relação com a escrita. Mas hoje, além desta finalidade, tal texto soa como provocação neste momento em que retorno à blogosfera.

Provocação porque muitos poderiam dizer que descumpri a promessa (palavra) de parar de blogar. Entretanto, é justamente por eu amar a palavra e tudo o que ela pode traduzir que estou de volta.

E essa palavra – que é a personificação de minhas opiniões, divagações e devaneios – tem no blog uma excelente, prazerosa e viciante forma de ser divulgada.
É isso. Voltei!


P.S¹:
A partir de agora, não terei uma periodicidade definida para atualizar o blog. Poderei postar uma vez por semana ou, até mesmo, quinzenalmente.

P.S²
No texto do dia 18 de maio, eu deixei em aberto a possibilidade de retornar; foi isso que eu quis dizer com o trecho: “(...) não existe adeus definitivo, por mais taxativa que seja a despedida. Afinal, assim como houve o primeiro encontro, um reencontro sempre é possível”.
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